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Uruguai - Gana
Argentina - Alemanha
Países Baixos - Brasil
Paraguai - Espanha

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1/8

Uruguai - Coreia do Sul
Argentina - México
Estados Unidos - Gana
Alemanha - Inglaterra
Países Baixos - Eslováquia
Paraguai - Japão
Brasil - Chile
Espanha - Portugal

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África do Sul - México
Uruguai - França
África do Sul - Uruguai
França - México
França - África do Sul
México - Uruguai
Argentina - Nigéria
Coreia do Sul - Grécia
Grécia - Nigéria
Nigéria - Coreia do Sul
Grécia - Argentina
Argentina - Coreia do Sul
Inglaterra - Estados Unidos
Argélia - Eslovênia
Eslovênia - Estados Unidos
Argélia - Inglaterra
Eslovênia - Inglaterra
Estados Unidos - Argélia
Alemanha - Austrália
Sérvia - Gana
Alemanha - Sérvia
Austrália - Gana
Gana - Alemanha
Austrália - Sérvia
Países Baixos - Dinamarca
Japão - Camarões
Países Baixos - Japão
Camarões - Dinamarca
Dinamarca - Japão
Camarões - Países Baixos
Itália - Paraguai
Nova Zelândia - Eslováquia
Eslováquia - Paraguai
Itália - Nova Zelândia
Eslováquia - Itália
Paraguai - Nova Zelândia
Costa do Marfim - Portugal
Brasil - Coreia do Norte
Brasil - Costa do Marfim
Portugal - Coreia do Norte
Portugal - Brasil
Coreia do Norte - Costa do Marfim
Honduras - Chile
Espanha - Suíça
Chile - Suíça
Espanha - Honduras
Chile - Espanha
Suíça - Honduras
França
África do Sul
Frankreich - Südafrika France - South Africa Francia - Sudáfrica France - Afrique du Sud Francia - Sud Africa Francja - RPA França - África do Sul Франция - ЮАР
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França

França - Seleção de Futebol

A seleção francesa é considerada a grande carrasca do futebol brasileiro. Os melhores anos da França foram os anos 1990, a geração de Zidane e outros. Esse time jogou nas semifinais da Euro 1996, e dois anos depois receberam e conquistaram a Copa do Mundo de 1998, e, dois anos depois ganharam a Eurocopa de 2000. Foi também campeã olímpica de futebol nos Jogos Olímpicos de 1984, vencendo o Brasil na grande final. Ainda possui uma medalha de prata obtida nos Olimpíadas de 1900 realizadas em seu próprio país na sua capital, Paris.

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França - Seleção de Futebol

França e Argentina são as únicas duas seleções do mundo a conquistar a quádruple corona, vencedora da Copa do Mundo, dos Jogos Olímpicos, da Copa das Confederações, e da Eurocopa. Apontada como favorita apesar de perder Zidane e Pirès por causa de contusão, a performance do time na Copa do Mundo de 2002 foi decepcionante, não ganhando um único jogo, nem marcando um gol sequer. Apesar disso ainda chegaram ao Eurocopa 2004 como favoritos, mas foram batidos nas quartas-de-final para Grécia que se tornaria a campeã. Nos últimos anos a França revelou-se uma força do Futebol de Areia tendo sido campeã da Copa do Mundo de Futebol de Areia em 2005, o primeiro a ser organizado pela FIFA. Também venceu o Campeonato Mundial de Futebol Sub-17 em 2001 e recentemente, conseguiu uma vaga na repescagem para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul com um gol polêmico em que o atacante Thierry Henry conduziu a bola com a mão antes de fazer o passe para o seu companheiro de equipe, Gallas, que completou a jogada marcando um tento..
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África do Sul

África do Sul - Seleção de Futebol

A Seleção Sul-Africana de Futebol representa a África do Sul nas competições de futebol da FIFA. Seu apelido é Bafana Bafana. O futebol existe no país desde o século XIX, mas, por conta da discriminação racial ofical que vigorava no país (o apartheid) até o início da última década de 90, não havia uma única Seleção, assim como também não havia uma Federação: brancos e negros possuíam seus próprios times, seleções e associações.[2] A Federação Branca fora fundada em 1892; a Hindu, em 1903; a Bantu, em 1933, e, três anos depois, a Parda. A Branca foi a única que chegou a ser oficializada pela FIFA, em 1958, mesmo ano em que o país foi expulso da CAF.

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África do Sul - Seleção de Futebol

Dois anos depois, entretanto, a entidade máxima estabeleceu prazo de um ano para que a discriminação na seleção terminasse, o que não ocorreu. Em 1961, portanto, a Federação Branca foi suspensa. Ainda naquele ano, o presidente recém-eleito do órgão, Stanley Rous, influenciou para que a suspensão terminasse (o que acabou ocorrendo em 1963), afirmando que a FIFA não deveria envolver-se com questões políticas de cada país, e que o futebol poderia regredir no país. Entretanto, em 1964 a suspensão foi reimposta em congresso anual da FIFA, que expulsou formalmente a Federação Branca em 1976, após o massacare de Soweto. O apartheid foi extinto em 1991, e uma Seleção e Federação multiculturais e únicas foram criadas e logo reconhecidas. A primeira partida da nova Seleção foi válida já pelas eliminatórias para a Copa do Mundo FIFA de 1994, em julho de 1992, vencendo Camarões por 1 x 0. A classificação acabou não vindo, mas em 1996 o país, disputando pela primeira vez a Copa das Nações Africanas, venceu, como sede, o torneio continental, tornando-se uma potência africana. Dois anos depois, já figuravam na Copa do Mundo de 1998 e nova classificação viria para o de 2002, onde obtiveram sua primeira vitória, um 1 x 0 sobre a Eslovênia. Entretanto, os Bafana Bafana foram novamente eliminados na primeira fase, por terem a diferença mínima em relação ao saldo de gols do Paraguai. Os pardos costumam ter maior destaque no país; são identificados pelos sobrenomes ocidentais, como Benni McCarthy (estrela do futebol sul-africano na atualidade), Quinton Fortune, Steven Pienaar, Shaun Bartlett, Delron Buckley e Elrio van Heerden.[3] Os negros, que reúnem representantes de várias etnias negras do país, como os bantus, os xhosas e os zulus, podem ser identificados por sobrenomes "africanos", como Lucas Radebe, Doctor Khumalo, Jacob Lekgetho (falecido em 2008), Aaron Mokoena, Siyabonga Nomvethe, MacBeth Sibaya, Sibusiso Zuma e Cyril Nzama. Mesmo entre os brancos (que, no país, geralmente preferem o rúgbi[3]), há etnias diferentes: há os descendentes dos colonizadores britânicos, como Mark Fish, Eric Tinkler e Bradley Carnell, e os dos colonizadores neerlandeses (os bôeres), como Hans Vonk e Bruce Grobbelaar (que jogou pelo Zimbábue). George Koumantarakis, um imigrante grego, jogou o mundial de 2002, onde também figurou um descendente de libaneses, Pierre Issa, presente também no de 1998, onde marcou o primeiro gol do país em Copas que, para a sua infelicidade, foi contra. A Seleção Sul-Africana, que não foi para a Copa de 2006, voltará às Copas como sede do mundial de 2010. No ano anterior, sediou e participou também da Copa das Confederações de 2009 quando terminou em quarto lugar..