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Uruguai - Gana
Argentina - Alemanha
Países Baixos - Brasil
Paraguai - Espanha

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Uruguai - Coreia do Sul
Argentina - México
Estados Unidos - Gana
Alemanha - Inglaterra
Países Baixos - Eslováquia
Paraguai - Japão
Brasil - Chile
Espanha - Portugal

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África do Sul - México
Uruguai - França
África do Sul - Uruguai
França - México
França - África do Sul
México - Uruguai
Argentina - Nigéria
Coreia do Sul - Grécia
Grécia - Nigéria
Nigéria - Coreia do Sul
Grécia - Argentina
Argentina - Coreia do Sul
Inglaterra - Estados Unidos
Argélia - Eslovênia
Eslovênia - Estados Unidos
Argélia - Inglaterra
Eslovênia - Inglaterra
Estados Unidos - Argélia
Alemanha - Austrália
Sérvia - Gana
Alemanha - Sérvia
Austrália - Gana
Gana - Alemanha
Austrália - Sérvia
Países Baixos - Dinamarca
Japão - Camarões
Países Baixos - Japão
Camarões - Dinamarca
Dinamarca - Japão
Camarões - Países Baixos
Itália - Paraguai
Nova Zelândia - Eslováquia
Eslováquia - Paraguai
Itália - Nova Zelândia
Eslováquia - Itália
Paraguai - Nova Zelândia
Costa do Marfim - Portugal
Brasil - Coreia do Norte
Brasil - Costa do Marfim
Portugal - Coreia do Norte
Portugal - Brasil
Coreia do Norte - Costa do Marfim
Honduras - Chile
Espanha - Suíça
Chile - Suíça
Espanha - Honduras
Chile - Espanha
Suíça - Honduras
África do Sul
Uruguai
Südafrika - Uruguay South Africa - Uruguay Sudáfrica - Uruguay Afrique du Sud - Uruguay Sud Africa - Uruguay RPA - Urugwaj África do Sul - Uruguai ЮАР - Уругвай
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África do Sul

África do Sul - Seleção de Futebol

A Seleção Sul-Africana de Futebol representa a África do Sul nas competições de futebol da FIFA. Seu apelido é Bafana Bafana. O futebol existe no país desde o século XIX, mas, por conta da discriminação racial ofical que vigorava no país (o apartheid) até o início da última década de 90, não havia uma única Seleção, assim como também não havia uma Federação: brancos e negros possuíam seus próprios times, seleções e associações.[2] A Federação Branca fora fundada em 1892; a Hindu, em 1903; a Bantu, em 1933, e, três anos depois, a Parda. A Branca foi a única que chegou a ser oficializada pela FIFA, em 1958, mesmo ano em que o país foi expulso da CAF.

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África do Sul - Seleção de Futebol

Dois anos depois, entretanto, a entidade máxima estabeleceu prazo de um ano para que a discriminação na seleção terminasse, o que não ocorreu. Em 1961, portanto, a Federação Branca foi suspensa. Ainda naquele ano, o presidente recém-eleito do órgão, Stanley Rous, influenciou para que a suspensão terminasse (o que acabou ocorrendo em 1963), afirmando que a FIFA não deveria envolver-se com questões políticas de cada país, e que o futebol poderia regredir no país. Entretanto, em 1964 a suspensão foi reimposta em congresso anual da FIFA, que expulsou formalmente a Federação Branca em 1976, após o massacare de Soweto. O apartheid foi extinto em 1991, e uma Seleção e Federação multiculturais e únicas foram criadas e logo reconhecidas. A primeira partida da nova Seleção foi válida já pelas eliminatórias para a Copa do Mundo FIFA de 1994, em julho de 1992, vencendo Camarões por 1 x 0. A classificação acabou não vindo, mas em 1996 o país, disputando pela primeira vez a Copa das Nações Africanas, venceu, como sede, o torneio continental, tornando-se uma potência africana. Dois anos depois, já figuravam na Copa do Mundo de 1998 e nova classificação viria para o de 2002, onde obtiveram sua primeira vitória, um 1 x 0 sobre a Eslovênia. Entretanto, os Bafana Bafana foram novamente eliminados na primeira fase, por terem a diferença mínima em relação ao saldo de gols do Paraguai. Os pardos costumam ter maior destaque no país; são identificados pelos sobrenomes ocidentais, como Benni McCarthy (estrela do futebol sul-africano na atualidade), Quinton Fortune, Steven Pienaar, Shaun Bartlett, Delron Buckley e Elrio van Heerden.[3] Os negros, que reúnem representantes de várias etnias negras do país, como os bantus, os xhosas e os zulus, podem ser identificados por sobrenomes "africanos", como Lucas Radebe, Doctor Khumalo, Jacob Lekgetho (falecido em 2008), Aaron Mokoena, Siyabonga Nomvethe, MacBeth Sibaya, Sibusiso Zuma e Cyril Nzama. Mesmo entre os brancos (que, no país, geralmente preferem o rúgbi[3]), há etnias diferentes: há os descendentes dos colonizadores britânicos, como Mark Fish, Eric Tinkler e Bradley Carnell, e os dos colonizadores neerlandeses (os bôeres), como Hans Vonk e Bruce Grobbelaar (que jogou pelo Zimbábue). George Koumantarakis, um imigrante grego, jogou o mundial de 2002, onde também figurou um descendente de libaneses, Pierre Issa, presente também no de 1998, onde marcou o primeiro gol do país em Copas que, para a sua infelicidade, foi contra. A Seleção Sul-Africana, que não foi para a Copa de 2006, voltará às Copas como sede do mundial de 2010. No ano anterior, sediou e participou também da Copa das Confederações de 2009 quando terminou em quarto lugar..
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Uruguai

Uruguai - Seleção de Futebol

Historicamente o futebol tem sido um elemento fundamental no que se refere à aproximação da nacionalidade uruguaia e à projeção internacional da imagem do Uruguai como país, no começo do século XX. A Seleção Uruguaia possui uma das mais gloriosas histórias do futebol mundial, tendo conquistado um total de 19 títulos internacionais oficiais. Foi a primeira seleção, junto à Argentina, a jogar uma partida internacional fora das Ilhas Britânicas, em 16 de maio de 1901 em Montevidéu. Seria conhecida como "A Celeste" desde seu primeiro triunfo em Montevidéu, em 15 de agosto de 1910 por 3 a 1, na primeira partida em que utilizou sua camiseta celeste, adotada como emblema nacional em reconhecimento ao triunfo que pouco antes havia conseguido o River uruguaio ante o poderoso Alumni portenho por 2 a 1 com essas mesmas cores. Posteriormente, a Seleção Uruguaia voltaria a aparecer em nível internacional ao derrotar os argentinos na final da primeira Copa América, em 1916.

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Uruguai - Seleção de Futebol

Em nível internacional, o Uruguai começou a brilhar, ao alcançar as medalhas douradas nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928. A Seleção Uruguaia deslumbrou na Europa com suas apresentações olímpicas e conquistou a admiração e o respeito do universo esportivo, colocando o futebol sulamericano no mais alto plano de consideração numa época em que o dito continente era ainda ignorado no mapa internacional do futebol. Durante 76 anos o Uruguai foi o único país sulamericano a ocupar o máximo posto olímpico, honra atualmente compartida com a Argentina que desde Atenas 2004 é medalha de ouro, repetindo o êxito nos últimos Jogos de Pequim 2008. A Seleção Uruguaia posando antes da final da Copa do Mundo de 1930. Em pé, da esquerda para a direita, estão, entre dois membros da comissão técnica, os jogadores Mascheroni, Nasazzi, Ballesteros, Fernández, Andrade e Gestido; agachados, Dorado, Scarone, Castro, Cea e Iriarte A Seleção Uruguaia posando antes da partida decisiva contra o Brasil na Copa do Mundo de 1950. Da esquerda para a direita, em pé: Varela, o técnico López, Tejera, dois membros da comissão técnica, Gambetta, Matías González, Máspoli, Rodríguez Andrade e outro membro da comissão técnica; agachados, um membro da comissão, Ghiggia, Julio Pérez, Míguez, Schiaffino, Morán e outro membro da comissão. O Uruguai como era bicampeão olímpico, foi escolhido para celebrar o primeiro Mundial de Futebol em 1930. Neste torneio, derrotou novamente a Argentina, por 4:2, sendo o primeiro campeão mundial deste esporte. Desse transcendental triunfo o escritor Juán Sasturain disse: "Os uruguaios levaram sempre consigo a glória e a desgraça de ter sido; os argentinos, por anos, a soberba maldição de crer-se o que nunca puderam demonstrar que foram" Em 1950, o Uruguai repetiu a façanha derrotando o Brasil na final da Copa do Mundo de Futebol de 1950. Este evento mítico é conhecido mundialmente como "Maracanaço", um feito esportivo histórico e um dos momentos mais dramáticos e inesquecíveis da história do futebol. Uruguai ganhou a Copa América 14 vezes, a primeira na edição inaugural do torneio em 1916 e o último em 1995. Nos Jogos Pan-americanos têm uma única conquista: a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de 1983. No Campeonato Pan-americano de Futebol de 1952 foi o 3º colocado. Em 1981, venceram o Mundialito de futebol, competição organizada pela FIFA comemorativa dos 50 anos da primeira Copa do Mundo realizada no próprio Uruguai. Também venceram por sete vezes o Campeonato Sul-Americano de Futebol Sub-20. Na Universíada obtiveram duas medalhas de prata em 1979 e 1985. em 2010 sebastiam abreu completa 31 gols pela seleção do Uruguai, e fica empatado com Héctor Scarone no número de gols Com isso, a Celeste é uma das seleções mais vitoriosas e bem sucedidas do Mundo..